Já passam das 23 horas e depois de gozar duas vezes meu corpo está cansado. Você vem e se aninha no meu corpo, deitando com as costas coladas em mim. Ficamos deitados conversando um pouco, falando sobre essa fantasia nossa de possuir e ser possuído, da confiança de se entregar sem medo de ser criticado ou julgado. Abraçados adormecemos…
…Você está de quatro, pernas afastadas, totalmente exposta e entregue, minha boca percorre sua buceta, chupando o teu grelo arrancando gemidos da tua boca, subo com minha língua em direção ao teu cuzinho que começa a piscar por mim quando você diz “vem, come minha bunda”, então acordo.
Meu pau dói de tão duro, você ao meu lado dorme tranquilamente, o dia lá fora já está nascendo, me levanto e resolvo tomar uma ducha quente. O barulho do chuveiro te acorda. Você levanta e vem em minha direção olhando pra minha bunda enquanto estou de costas de olhos fechados deixando a água cair sobre a minha cabeça e meu pescoço.
-Bom dia meu amor.
-Oi linda, não quis te acordar.
-Posso me juntar a você?
-Claro que pode.
Você entra no chuveiro e me dá um beijo enquanto deixa a água escorrer pelo teu corpo. Enquanto nossas bocas se beijam desço minha mão procurando tua buceta enterrando um dedo dentro dela e te puxando com força para perto de mim.
-Quero você agora.
-Sou tua meu amor.
-Vamos pra cama que quero sentir o gosto do teu gozo.
Te deito na cama e subo com o meu corpo procurando tua boca, ávido por tua língua, minhas mão percorrem o teus seios e pressiono o meu sexo contra o teu, suas pernas abertas me acolhem e sinto o teu grelo roçar no meu pau. Com minha boca vou descendo, percorrendo o teu corpo, nos teus seios minha língua brinca com teus mamilos apertando-os e chupando com força.
-Gosta dos meios seios?
-São lindos.
Continuo explorando teu corpo até chegar na tua barriguinha linda e no teu umbigo, mas não ele que eu quero, o que procuro está um pouco maia abaixo. Ver tua buceta assim na minha frente é uma sensação que nunca vou esquecer.
-Adoro a cor da tua buceta.
Cheiro teu sexo.
-Adoro o cheiro.
Passo a língua nela.
-E agora posso dizer que adoro o gosto também.
Você ri, adorando essa brincadeira, sem pressa, beijo de leve o teu grelo, te provocando, dou outro beijo na entrada de tua bucetinha e passo a língua de leve, beijo tuas coxas, levanto tua perna direita e subo beijando até chegar aos teus joelhos, voltando então, descendo para a bucetinha e subindo até o outro joelho.
-Não me provoca amor, me chupa logo.
Ignoro teus pedidos e continuo me deliciando com o teu corpo, mas não consigo evitar por muito tempo e desço de encontro ao teu grelo já duro. Com meus dois braços seguro tuas coxas abrindo tuas pernas e começo a te chupar, com vontade, com fome, com força.
Lembrar da cena me enlouquece… Minha boca colada no teu corpo, teu corpo arqueado com a cabeça jogada para trás, olhos fechados, respiração forte, seios apontados para cima com os mamilos rígidos, endurecidos pelo prazer.
Você levanta a cabeça e me olha nos olhos enquanto chupo e me diz:
-Safado, quer me fazer gozar na tua boca, não é?
Te respondo aumentando o ritmo da língua no teu grelo. Te aperto mais com os meus braços deixando suas coxas completamente presas e continuo chupando, não sei por quanto tempo eu te chupo, lembro apenas de perceber tua respiração mudar quando você puxa e segura minha cabeça para junto to teu corpo.
-Continua amor, continua…
Molho meu dedo no teu mel e começo a massagear o teu cuzinho
-Enfia o dedo vai, enfia o dedo em mim que eu gozo.
Você começa a rebolar na minha boca, sentindo o dedo entrar e goza tremendo e gemendo. O gosto do teu gozo é incrível e não paro de te lamber, fazendo com que as ondas de prazer que percorrem o teu corpo durem mais, deixando você mole na cama.
-Fica de quatro agora.
Você levanta a cabeça e olhando nos meus olhos vira o corpo ficando de quatro pra mim. Respiro fundo diante dessa imagem e levo minha boca de encontro a tua bucetinha, totalmente aberta. Beijo com gosto, sentindo novamente o gosto do teu gozo e subo com a minha língua em direção ao teu cuzinho, meu próximo desejo…
Começo a circular e entrada do teu cuzinho com a minha língua, rodeando de leve. Quero fazer com que ele pisque por mim, quero sentir você desejando o meu corpo. Escuto teu gemido e percebo que estou no caminho certo.
-Ai amor… que língua gostosa.
Encaixo meu corpo no seu, entrando com vontade na tua bucetinha gostosa, iniciando um vai e vem ritmado, elevando nossa temperatura. Lá fora o dia já clareou, o sol brilha esquentando a terra com a sua luz, mas o que esquenta nossos corpos é o desejo contido um pelo outro, desejo esse que por meses nos infernizou numa doce e excitante tortura de conversas online. Deliciosamente provocantes eram tuas palavras, mas delicioso mesmo é o teu gosto. O gosto de estar aqui dentro de você te possuindo, te amando, te fudendo.
-Delicia isso amor, me come vai.
Dou uma estocada vigorosa.
-Isso, me come com força.
Deixo você de quatro e levo meu pau em direção a tua boca.
-Chupa! Deixa bem molhado que teu rabinho agora é meu.
Você realmente é incrível, capricha na chupada ao ponto de ter que me segurar pra não gozar novamente na tua boca. Enquanto você está de quatro me chupando, aproveito para passar a mão na sua bunda levando um dedinho para o teu cuzinho, alargando-o.
-Humm, dedinho gostoso esse.
-Você é quem tem um cuzinho guloso.
-Então come ele come.
Encosto meu pau na entradinha do teu cuzinho e começo a empurrar. Você geme, fazendo caras e bocas pra me provocar, fica fazendo charminho pedido pra parar que tá doendo, mesmo eu vendo a expressão de alegria e prazer no teu rosto.
-Fica quieta Mari, sei que tu adora dar esse rabinho gostoso.
-Ai… gosto sim.
Empurro então meu pau puxando o teu quadril, enterrando tudo e te arrancando um gemido gostoso.
-Quem é a putinha agora?
Digo te segurando com força.
-Sou eu, meu amor.
-Você é o que?
Entre um gemido e outro escuto você responder.
-Sou tua puta.
-Repete!
-Sou tua puta… Sou tua puta e você é o meu macho.
-Então rebola no pau do teu macho, putinha, rebola.
Nossa, como eu queria registrar aquele momento pra poder rever inúmeras vezes. Tua bundinha balançando e teu cuzinho engolindo meu pau enquanto você gemia, dando o seu melhor gemido de puta, deveria ser guardado para a eternidade. Nossos sons se misturavam, quebrando o silêncio do quarto, meus gemidos, teus gemidos, o barulho do choque dos nossos corpos se encontrando, tua respiração forte…
Te coloco de lado e segurando tua perna no alto, volto a te penetrar te olhando nos olhos, dou estocadas vigorosas transformando todo o desejo e excitação contida em movimento e percebo no teu olhar sacana o quanto você está adorando. Só que o inevitável se aproxima, meu gozo começa a querer explodir, como que sentindo que estou perto de gozar você começa a massagear o grelo, se masturbando pra poder alcançar o orgasmo junto comigo, o suor começa a escorrer nos nossos corpos, começamos a perder o controle dos nossos instintos, não somos mais homem e mulher, somos macho e fêmea, ambos no cio, sedentos de prazer.
“Não goza ainda amor, to quase gozando.” Você me pede, então seguro minha respiração, segurando o meu gozo, quando sinto teu mel escorrendo e você gozando.
-To gozando meu amor, goza, enche meu cuzinho de porra.
Solto então um grunhido e despejo minha porra dentro de você. Caindo sobre o teu corpo num beijo apaixonado.
-Eu tinha certeza que o nosso sexo seria incrível, mas não imaginava que seria tão intenso.
Colo nossas bocas em outro beijo.
-Estou faminto.
-O café preto no café da manhã não matou a tua fome?
-Essa fome não vai ser saciada nunca.
-Vamos sair daqui então, quero passar o dia com você, te mostrar um pouco da hospitalidade dos gaúchos.
Tomamos outra ducha quente, onde tenho o corpo lavado por tuas mãos e te ajudo a lavar o teu corpo, nos vestimos, você coloca um vestido leve, pegamos nossas coisas, pagamos a conta e saímos.
Você resolve me dar um dia de turista, sendo, segundo você mesma “minha guia turística com direto a favores sexuais”. Não tem como não se divertir com você. Passamos numa padaria no caminho, compramos dois copos de café, alguns pãezinhos, pedimos para embrulhar tudo para viagem e rumamos em direção a Rota Romântica.
Enquanto dirijo me divirto muito com o showzinho que você faz pra mim, segurando uma escova de cabelo retirada da bolsa, você canta como se estivesse num palco. Sentada de lado na cadeira, balançando o corpo como quem quer animar a platéia, você viaja nessa brincadeira e eu, como único espectador (e maior fã tenho que confessar), peço beijos da minha musa, que me atende rindo.
Você avista uma saída da estrada que dá para o alto de um morro e me pede para pegar essa estrada e parar o carro embaixo de uma árvore que tem no alto. Parados no alto do morro você olha pra mim, toca no meu rosto, beija a minha boca e me diz:
-No motel, ontem à noite e hoje logo cedo, o sexo entre a gente foi incrível, mas quero te fazer um pedido.
-Claro Mari, o que você quiser.
-Faz amor comigo.
Não tenho como recusar um pedido desses, acaricio o teu rosto de leve, desço minhas mãos para o teu pescoço, toco na sua nuca, sentindo o ponto onde teu cabelo começa a nascer e puxo teu rosto para junto do meu.
-Vem, vamos sair do carro – Eu digo.
Sento encostado na árvore que nos protege do sol e nos dá privacidade e você vem, sem tirar o vestido retira a calcinha, ajoelha com as pernas abertas em cima de mim, retira lentamente uma alça do vestido, depois a outra, liberando os teus seios, retira a minha camisa, abre a minha bermuda liberando o meu pau já completamente duro e se encaixa nele, calando o meu gemido com um beijo.
O sexo agora não tem pressa, com as mãos na tua bunda apenas acompanho o movimento do teu corpo e beijo tua boca. Você sobe e desce no meu pau, rebolando num movimento ritmado. Às vezes paro de beijar tua boca e beijo os teus seios enquanto você acaricia a minha nuca, mas sempre rebolando. O orgasmo dessa vez vem fácil, longo e forte, gozo dentro de você como me pediu e ficamos abraçados, com os corpos conectados.
-Pena que isso tudo seja somente hoje.
-É, tenho que voltar para a realidade, tenho que voltar pra casa.
-Sabe que sempre será bem vindo aqui, não sabe?
-Sei, e vou ficar esperando sua visita no meu estado também.
-Quando for possível eu viajo sim.
-Qual o próximo destino, minha gauchinha linda?
-A próxima cidade é Nova Petrópolis, mas sabe em que cidade estamos?
-Não, em qual?
-Picada Café.
Não consigo segurar o meu sorriso enquanto você sorri bem sacana na minha frente. Passamos um dia ótimo, você me apresenta lugares incríveis. A hospitalidade do povo gaúcho é ótima, mas isso tudo fica melhor com a tua companhia. Sorrimos muito e nos divertimos bastante e o dia passa mais rápido do que esperávamos.
Faltavam poucos minutos para as 16 horas quando paramos em frente a um hotel em Gramado, sabíamos que tínhamos poucas horas por isso nem escolhemos, no primeiro que apareceu na nossa frente paramos.
Na recepção a mulher que nos atendeu perguntou o período de estadia, você olhou pra mim sorriu e respondeu:
-Infelizmente poucas horas.
A mulher sorriu e disse que entendia, mas que teria que registrar uma diária. Subimos em silencio para o quarto, toda a alegria do dia parece que tinha ficado perdida na estrada, sabíamos que aquela era a nossa ultima transa, que depois a realidade seria jogada na nossa cara e chegaria a hora de se despedir.
No quarto resolvemos tomar um banho, entramos juntos na ducha e ficamos por um bom tempo abraçados, a água quente que caia sobre nossas cabeças e escorria por nossos corpos nos relaxava. Começamos com um beijo lento que foi aumentando, tomando conta da gente, empurrei o teu corpo para junto da parede e te prendi com o meu.
Você se ajoelha começa a me chupar, segura na minha bunda e me chupa com vontade, fazendo com que o meu pau suma na sua boca. A água escorre pelo meu corpo e desce procurando o teu. Te pego pelos braços e te levanto buscando tua boca com a minha. Te viro de costas, você empina a bunda ajudando a minha penetração, ficando com as duas mãos e o rosto colados na parede, somente gemendo. Sentindo o meu pau cada vez mais fundo, cada vez mais forte você geme e movimenta o corpo procurando o meu.
Desligo a ducha e levo para a cama onde te coloco de quatro e começo a chupar tua buceta, você apóia o rosto na cama e com as mão abre a bunda, se oferecendo pra mim, nosso sexo não precisa de palavras, nossos corpos se entendem, volto minhas atenções para o teu cuzinho então, lambendo e chupando, deixando ele bem relaxado e molhado.
Você me empurra me deitando na cama, vai em direção a tua bolsa, abre e pega o consolo que você usou para me comer na noite passada. Sobe no meu corpo, e senta no meu pau, fazendo com que sua bucetinha engula todo o meu pau. Começa a me cavalgar e chupar o consolo, deixando ele todo babado. Como quem querendo me testar você leva ele para a minha boca que não me faço de rogado e chupo com vontade. Com as duas mãos você abre a bunda e coloco o consolo na entrada do teu cuzinho e com calma vou enfiando.
Você enlouquece com dois paus dentro de você, tua expressão muda, a mulher super divertida que passou o dia inteiro comigo, deu lugar a mulher fatal que busca prazer de todas as formas. Suas mãos seguram minha cabeça puxando minha boca num beijo forte. Você cavalga com vontade, procuro alternar o movimento do consolo no teu rabinho com o movimento do meu pau, para que sempre fique pelo menos um pau dentro de você.
Sinto teu corpo tremer enquanto você geme forte. Quando vejo que você está gozando empurro o meu pau e o consolo fundo no teu corpo arrancando um grito da tua boca.
Por um momento você para de mexer, fica quieta, somente sentindo as ondas de prazer no corpo, pega minha mão que segura o consolo e tira ele de dentro. Se levanta e olhando para mim senta, no meu pau. É incrível o prazer que você tem em dar essa bundinha gostosa e mais incrível ainda é o prazer de sentir teu cuzinho quente.
Suas mãos apoiadas no meu peito, teu corpo se movimentando sobre o meu e teu melzinho me deixam louco querendo gozar, quando você percebe que estou perto de gozar, sai de cima de mim, me puxa para ficar em pé e de joelhos me masturba, me fazendo gozar nos teus seios.
Um dos jatos atingem o teu queixo e você sacanamente passa o dedo recolhendo a porra e chupa o dedo, puxa a minha cabeça e me dá o melhor beijo que já recebi na vida.
-Você é uma delicia de homem, sabia?
Fico vermelho ao ouvir isso.
-Mari, você é uma mulher incrível, to muito feliz em estar aqui com você.
-Também estou feliz que você tenha vindo.
O relógio já se aproxima das 18 horas e temos que voltar, temos uma longa estrada pela frente.
Enquanto dirijo você olha para o lado, acompanhando o movimento da paisagem, Marisa Monte toca no rádio “A Sua”, você fecha os olhos, relaxa e adormece.
Quando estamos entrando em Porto Alegre você acorda, olha pra mim e pergunta por que deixei você dormir tanto.
-Você estava linda demais dormindo pra eu te acordar, mas agora você vai ter que assumir a direção, não conheço a cidade.
Estamos voltando para o aeroporto quando novamente você me surpreende, entra com o carro numa rua deserta e para o carro ao lado de uma pequena praça.
-Eu quero você agora, não posso deixar você viajar sem transar com você mais uma vez.
Pulamos então para o banco de trás e nos despimos com pressa, a luta agora é contra o relógio, temos pouco tempo e muito desejo. A pressa e o pouco espaço, deixa tudo mais intenso. Nos apertamos com força e nossas línguas brigam uma com a outra. Te encaixo no meu colo e vejo você cavalgando com vontade, pulando com força. Agarro com força nos teus seios e beijo tua boca.
-Ta gostando da minha bucetinha tá?
-É uma delicia.
-Sempre que você quiser ela vai ser tua.
Nos beijamos e você começa a falar no meu ouvido.
-Goza na bucetinha da tua puta, goza, me enche com a tua porra branquinha.
Aquilo mexe comigo, o carro se movimenta acompanhando o nosso movimento, quando perco o controle e gozo dentro de você pela ultima vez nesse fim de semana.
Chegamos no aeroporto em cima da hora, mas por sorte o vôo está atrasado, temos tempo para um café. Nos sentamos numa cafeteria, na mesma que você comprou o seu quando me viu no dia anterior. Aquele dia pra gente parecia tão distante, vivemos tantas coisas nesse dia, percebemos que nos tornamos grandes amigos e que isso é somente o começo de uma bela história. Entendemos que temos nossas vidas, vivemos muito longe um do outro, mas que sempre poderemos contar um com o outro quando precisarmos.
A hora do meu vôo inevitavelmente chega, nos abraçamos, nos beijamos sorrimos um para o outro e damos tchau.
Eu dou alguns passos de costas, olhando para você então finalmente me viro, o sorriso estampado no meu rosto transparece uma felicidade imensa, toco minha boca com meus dedos, como que querendo sentir os teu lábios e sussurro baixinho.
-Mari, você é demais.
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PS.: Esses dois posts foram dedicados a uma pessoa muito especial, que ja se tornou uma grande amiga. Mari, dona do blog Café Preto Puro, beijo menina, você sabe que te adoro…






3 março, 2011 no 11:43 am
Muito bom o conto, é sexo pra lá de metro com momentos deliciosos e completos e com muita liberdade entre eles. Combinaram muito bem na cama e nos gostos. É assim é que é bom.
Beijos querido
3 março, 2011 no 8:01 pm
será q toda “Mari” tem essa sorte de acontecer um sexo tao gostoso assim!
aiiin *__* espero que siim!!!
beijinhos, talentoso da @Mahveneno
4 março, 2011 no 4:21 pm
Mary… Essa cachorra também me delicia com seus posts, viu… Mto foda o conto. Parabéns.
Ela me lembra a música “Deixa Rolar” – Gabriel o Pensador + Negra Li.
“…Essa mina vai me enlouquecer… mas ela vai comigo pro hospício…”
10 março, 2011 no 12:16 am
O melhor conto que já fizeram pra mim. É engraçado quando a gente se reconhece na personagem… amei!
9 maio, 2011 no 1:28 pm
uau!!!!! Q foi isso gente?! To pingando aqui! Cara se tú for bom de cama como é com as letras… Sei não viu, acho q vou querer te conhecer. Rsrsrsrs
5 fevereiro, 2012 no 3:54 am
Sensacional…