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Café Preto Puro (parte 01)

Realidade e fantasia se misturam em nossas mentes e o resultado muitas vezes é melhor do que o esperado.

CAFÉ PRETO PURO

Eu olho para o relógio e vejo que são 17 horas e 25 minutos… Você está atrasada… Minha cabeça começa a imaginar que caí numa tremenda brincadeira de mau gosto e me sinto um tremendo idiota por de ter cruzado o país para realizar uma fantasia com uma pessoa que conheci na internet.

-Claro que ela não existe, aquelas fotos eram falsas. Algum cara pegou aquelas fotos de alguma mulher e colocou na rede dizendo quer era uma “gauchinha danada” e o danado teve estar rindo de mim até agora… e ainda mais essa chuva horrível, nem sair pra tentar salvar meu fim de semana eu posso.

Passados mais alguns minutos de inquietação você chega e me reconhece, mas não fala comigo, passa na minha frente pra ver se eu lhe reconheço, mas não, eu estou ocupado demais travando uma guerra dentro da minha cabeça.

Resolve então ir até uma cafeteria poucos metros a frente e pede um copo de café preto puro, paga o café e volta em minha direção. Ao passar em frente a uma loja aproveita o reflexo no vidro para observar como está e se sente deliciosamente provocante. Bota longa de salto preta, saia justa acima dos joelhos, uma camisa que favorece seus seios, apertando-os e aumentando o volume. Você solta os cabelos para ficar mais provocante, os óculos teria tirado se antes eu não tivesse comentado que te achava linda de óculos. Você os ajeita e continua um passo de cada vez.

Eu estou sentado numa cadeira, olhando impacientemente para o relógio e só me dou conta que alguém se aproximou de mim quando você já está na minha frente. Eu vejo as botas e percebo que é uma mulher, meu coração dispara e quando chego com os meus olhos na altura de tua cintura, vejo um copo de café nas mãos e escuto:

-Aceita um pouco de café? É preto e puro.

Não consigo segurar o sorriso e aceito a bebida.

-Achou que eu não vinha?

Disfarço com outro sorriso e dou mais um gole no café enquanto você me leva para o carro, me explica que o atraso foi por culpa do trânsito e me pergunta se estou com fome. Como a viagem foi, longa confesso que estou um pouco faminto sim e você me convida para um restaurante japonês que você conhece e adora. Você é realmente agradável em todos os sentidos, conversamos bastante o que serviu para quebrar o gelo e por um momento nos sentimos como amigos de longa data.

-Nem acredito que to aqui Mari.

-To muito feliz mesmo que tu tenha vindo.

-Você é uma mulher incrível.

Você fica vermelha, mesmo sendo uma mulher linda e desejada, você sabe que as minhas palavras são ditas da maneira mais sincera possível, realmente te admiro.

-Tu é um doce. Vai ficar aqui até quando?

-Meu avião parte amanhã as 21 horas.

-Então temos pouco mais de 24 horas, melhor não perder mais tempo, ou melhor… melhor aproveitar o tempo de outra forma.

Falando isso você toca de leve a minha mão e me faz um carinho com o dedo nas costas dela.

-Você quem decide o nosso destino, afinal não conheço a cidade.

-Bom, eu conheço um motel muito bom…

-Perfeito, vamos pra esse.

Você sorri por eu não ter deixado você terminar a frase.

-Tudo bem então… Vamos pra esse.

Ao chegar ao estacionamento eu te puxo para perto do meu corpo e posso sentir pela primeira vez o cheiro dos teus cabelos, com um braço envolvo o teu corpo e com o outro puxo sua cabeça trazendo sua boca de encontro a minha num beijo quente.  Enquanto te beijo minhas mãos percorrem tuas costas e tua nuca, sempre pressionando o teu corpo contra o meu.

-Melhor sairmos logo daqui.

Enquanto você dirige, eu começo a admirar suas pernas e toco de leve no seu joelho e subo um pouco tua saia. Você suspira e pede para eu parar, pois assim você não conseguirá dirigir, eu me nego e querendo te provocar mais pergunto:

-Se eu estivesse dirigindo você estaria tocando uma pra mim agora, só pra me deixar mais doido de tesão. To errado?

-Tá sim… Eu estaria te chupando!

- Então é melhor que esse motel seja aqui perto, caso contrário vou ter que assumir essa direção e vamos rodar a noite inteira, pois não conheço nada da cidade e você vai estar ocupada demais para poder me guiar.

Você me leva para um motel chamado Senzala e escolhe uma suíte bem aconchegante com banheira, o ambiente é propício para o começo de um fim de semana de puro prazer que tanto fantasiamos.

Quando entramos no quarto, avisto a banheira.

-Preciso de um banho.

-Eu te acompanho.

-Será um prazer.

Enquanto sento no sofá você coloca a banheira pra encher, vira pra mim com um olhar depravado como quem quer me devorar, se aproxima e colocando a perna direita no sofá, se apóia nos meus ombros e apontando com os olhos para a bota ordena:

-Tira!

Sua expressão muda completamente, mas isso faz parte do nosso jogo, nesse momento você tem o controle da situação.

-Tira a outra.

Retiro as duas botas, você se afasta, gira o corpo ficando de costas para mim e sem dobrar os joelhos tira a saia, revelando a calcinha caleçon de renda chumbo que conheço das fotos do blog e que você sabe que adoro.

-Nossa Mari, que maravilha!

-Ta gostando do que ta vendo, meu amor?

-Claro.

-Vesti pra ti.

Você volta para perto de mim e se virando novamente começa a roça a bunda de leve no meu pau por cima da calça que nesse momento denuncia o tamanho da minha excitação. Sem parar de roçar você pede para retirar sua blusa, eu aproveito para passar a mão nos seus seios enquanto retiro botão por botão.

-Safado… ta aproveitando pra tirar uma casquinha de mim não tá? Tudo bem, eu deixo dessa vez.

E fechando os olhos ficou curtinho o toque das minhas mãos, quando fica somente de calcinha você vira e diz:

-Vem vamos tirar essa sua roupa também e entrar na banheira.

Você retira a minha camisa, me coloca em pé e olhando nos meus olhos lentamente abre o botão da minha calça, baixa o zíper e coloca a mão dentro da minha cueca encontrando meu pau completamente duro, arrancando um gemido da minha boca.

-Nossa Mari, teu toque é tão macio.

Você me ajuda a me livrar da roupa e então começa de leve uma massagem no meu pau beijando minha boca. Coloco as mãos dentro da tua calcinha e seguro a tua bunda te puxando para junto do mim.

-Melhor irmos pra banheira.

E como uma dona levando o seu cachorrinho pra passear você desfila na minha frente me puxando pelo pau, me levando em direção à banheira. Você mergulha então o pé direito, sentindo a temperatura da água, depois coloca o pé esquerdo, me puxa para dentro d’água, me deixa em pé na sua frente e começa a lavar o meu corpo.  Lava minhas pernas, minha cintura, meu peito desce a mão e começa a lavar o meu pau então se ajoelha e começa a me chupar.

Eu acaricio os teus cabelos, sentindo o movimento da sua cabeça, num ritmo que me enlouquece. Tua fome é imensa, você lambe todo o corpo do meu pau de cima até em baixo, beija a cabeça e volta a enfiar na boca, tira novamente e me punhetando dá um beijo na minha coxa direita para depois voltar a chupar. Sinto que você muda o ritmo, sua concentração agora é tamanha que parece que a única parte do meu corpo que importa pra você, naquele momento, é o meu pau. Apesar de ser o agraciado com essa chupada magnífica, esse momento é seu. Você segura a minha bunda e com as duas mãos e puxa o meu corpo para junto de si, tocando com o nariz na minha barriga, engolindo de vez o meu cacete, me fazendo explodir na sua boca, que continua chupando até sentir minhas pernas fraquejarem. Faz então eu me sentar dentro d’água e se aninhando nos meus braços diz:

-Tava louca pra sentir o gosto da tua porra, não pude resistir.

-Mari, tua boca é uma delicia.

-Teu pau também é delicioso.

Você então relaxa o corpo, apoiando as costas no meu peito, enquanto acaricio tua barriga e teus seios, sentido o doce relaxamento do corpo após um orgasmo. Você ajeita os cabelos oferecendo o pescoço enquanto minha mão direita desce procurando sua buceta. Sentindo o toque dos meus dedos, você abre as penas e se entrega, fecha então os olhos e inclina a cabeça para trás procurando minha boca. Sua respiração vai ficando cada vez mais rápida e sua língua cada vez mais sedenta.

-Continua amor, que to adorando os teus dedos.

Sinto nos meus dedos o endurecer do teu clitóris. Pouso a mão no teu ventre e fico movimentando apenas meus dedos. Às vezes um dedo mais ávido procura adentrar tua buceta o que é respondido com um gemido abafado pela minha boca. Tua mão nesse momento segura a minha cabeça, como se tua boca quisesse devorar a minha, entre um gemido e outro consigo distinguir um sussurro seu pedindo para continuar que você está perto de gozar. Beijo então teu pescoço e teus seios sem parar de estimular teu clitóris, teus gemidos aumentam, teu corpo começa a ficar cada vez mais rijo, sua respiração está descompassada, sinto teus braços apertarem o meu corpo e então num gemido mais alto… Espasmos de prazer!

Relaxamos um pouco na banheira, curtindo um ao outro até que você me chama para a cama. Na cama você me deita pede para relaxar.

-Se você for bonzinho comigo, prometo que essa noite será inesquecível para você.

-Jamais esqueceria uma noite com você.

-Então relaxa e me deixa te dar prazer.

Você tira um óleo para massagem da bolsa e começa passar no meu corpo, começa pelos meus pés, massageando entre os dedos, molha bastante as mãos enquanto massageia a minha pele, sinto suas mãos subir pelas minhas pernas, chegando nas minhas coxas, massageia a esquerda e depois a direita, sem pressa… Sinto teus dedos na parte interna das minhas coxas e depois subindo até o meu sexo. Minha excitação é bastante evidente nesse momento e você não ignora esse fato, dá uma atenção especial ao meu pau, massageando-o, massageia o meu saco e sinto a temperatura do meu corpo esquentar com o efeito do óleo. A massagem continua então subindo até a minha barriga e chegando ao meu peito e ombros então sussurro pra você que estou adorando, sinto teus dedos nos meus braços e em minhas mãos, massageando cada dedo, cada pedacinho.

Você me pede para virar para que possa massagear as minhas costas, obedeço… Deito então por cima dos meus braços e sinto você sentar em cima das minhas pernas e derramar uma quantidade significativa de óleo nas minhas costas. Espalha lentamente o óleo nas minhas costas e sobe a mão acompanhando o relevo da minha bunda.

-Sabia que você tem uma bunda deliciosa?

-É mesmo?

-É, dá vontade de morder.

-Faça o que quiser comigo, sou teu.

-Humm, adorei ouvir isso.

Sinto sua mão procurar o meu pau por dentro das minhas pernas, instintivamente abro as pernas para ajudar, você começa a acariciar as minhas bolas enquanto baixa a cabeça e começa a beija a minha bunda. Você pega um travesseiro e pede para eu erguer o corpo e o coloca embaixo da minha barriga. Isso facilita a sua massagem no meu saco, mas também me expõe mais, me deixando completamente entregue. Aproveitando o óleo você desliza sobre as minhas pernas ficando deitada com a cabeça na minha bunda, meu pau chega a doer de tão duro enquanto sinto sua boca tentando alcançá-lo por trás.

Sentindo que estou entregue você puxa o meu corpo me colocando de quatro. Sem parar de massagear o meu pau vai beijando minha bunda, molha um pouco mais as mãos com o óleo e volta a me massagear, começo a sentir sua língua percorrer o meu pau da cabeça até a base, bem devagar, outra vez e mais outra me fazendo gemer. O movimento da sua língua está ficando cada vez mais ousado. Cada vez sobe mais um pouquinho até chegar onde você tanto deseja, sinto sua língua chegar ao me cú.

O movimento é involuntário, mesmo querendo ficar com a perna aberta, o reflexo faz com que eu movimente um pouco na tentativa de fechá-las.

-Calma, nem comecei ainda a brincar e você já quer acabar com a festa?

-Não, não mesmo, pode continuar, está uma delicia.

Como quem querendo me punir por ter tentado fechar as pernas você recomeça com a boca no corpo do meu pau até chegar novamente ao meu cuzinho, beijando de leve. Você dá um beijinho e sopra um pouco, fazendo a pele aquecida pelo óleo, esfriar.

Sua mão então começa a apertar os dois lados da minha bunda abrindo para receber teus beijos, fecho os olhos e fico curtindo essa sensação deliciosa. Cada passada da sua língua retira da minha boca um gemido delicioso de prazer quando sinto os seus dedos, rodeando de leve a entrada do meu cuzinho.

Permaneço com os olhos fechados enquanto você brinca com os seus dedos. Você levanta o corpo e olha para o meu rosto… Boca aberta, sedenta de prazer; olhos fechados levemente pressionados então você me chama.

-Olha pra mim, quero ver teu olhar.

Quando olho pra você sinto o seu dedo pressionando as minhas pregas, totalmente relaxadas e entrando no meu cuzinho. Sua mão não para até chegar o mais fundo que consegue arrancando de mim um gemido alto.

-Isso, geme gostoso, agora tu é minha putinha.

Você retira o dedo, molha mais um pouco de óleo e volta e enfiar, dessa vez a penetração é mais suave, praticamente sem resistência. Eu continuo gemendo enquanto sinto o seu dedo entrando em mim, num ritmo cadenciado.

-Mari, isso tá uma delicia.

Fica quietinho então e me espera um pouquinho.

Deito e vejo você pegar sua bolsa e ir em direção ao banheiro. Olho para cima e vejo o meu corpo nu, deitado naquela cama e não acredito no que está acontecendo, não acredito que estou com você. Fico perdido em pensamentos por alguns instantes e quanto percebo você está em pé na minha frente, com uma cinta com um pau preso nela.

-Agora tu vai ver o que é ser uma putinha de verdade. Vem cá vem, chupa esse pau.

Eu obedeço, desço da cama e me ajoelho na sua frente.

-Chupa vadia, sei que tu ta com vontade.

Começo tímido, mas logo perco a vergonha e começo a chupar com vontade, não sei como minha mão chega ao meu pau, mas começo a me masturbar enquanto te chupo.

-Tá gostando de chupar tá putinha?

-Uhum…

-Mas tá bom já… Fica de quatro agora que vou te mostrar como tu deve me fuder mais tarde.

Fico de quatro e sinto você se aproximar e tocar com a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho. Você pega um pouco de óleo e derrama na entrada e no corpo do pau e começa a empurrar, sem parar até sentir o seu corpo colar no meu.

Eu que estava sem respirar solto um gemido rouco enquanto você fala:

-Nossa, a putinha agüentou tudo de uma vez!

Não consigo e nem quero disfarçar o sorriso, estou adorando ser tua puta. Pra mostrar que você é minha dona, você marca a minha bunda com um tapa enquanto me ordena.

-Rebola putinha, rebola. Rebola nesse pau gostoso.

Até estranho a facilidade que estou tendo, pela primeira vez sinto um pau na minha bunda e parece que aquilo sempre fez parte de mim. No meu desejo mais profundo queria que aquele pau realmente fosse seu, que fosse de verdade e não de silicone. Queria partilhar do prazer que estava sentido com você, queria te fazer gozar com aquela foda, queria sentir o teu gozo dentro de mim.

As palavras saem da minha boca sem eu pensar.

-Posso cavalgar em você?

-Pode querido, claro que pode.

Vejo você sentar e ficar com aquele pau apontando para cima. Subo em você e olhando nos teus olhos sento no teu pau, enterrando tudo dentro do meu corpo. Começo então a subir e descer o corpo, cavalgando cada vez mais fundo e mais forte.

-Isso putinha, pula nesse pau pula. To adorando te comer.

Meu pau balança na tua frente com o movimento do meu corpo enquanto sinto que o orgasmo está cada vez mais perto. Nem te aviso que vou gozar, somente aumento o ritmo enterrando o teu pau o mais fundo que posso e gozo, espalhando minha porra sobre o teu peito e rosto, caindo desfalecido para o lado.

Você vem, beija a minha boca e me diz:

-Você é uma delicia…


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